terça-feira, 19 de agosto de 2008

Beijing 2008

Isto de ser atleta olímpico, deitar cedo e cedo erguer, mente sã em corpo são, e outras tretas do género, era dantes! Hoje em dia o que está a dar é ir laurear a pevide para Pequim, receber seis preservativos, fazer altas borgas, levantar lá p'ró meio-dia (dependendo sempre do tempo, evidentemente), e tudo isto à custa do dinheiro dos contribuintes que, tansos, como não têm mais nada que lhes dê alento à alma, ainda acreditam que "eh pá, temos a Naide, a Vanessa, o Francis, isto vai ser um chorrilho de medalhas que até Nosso Senhor s'admira!!"
Pois que não. Nosso senhor admira-se, sim, da estupidez e da falta de dignidade de alguns atletas.
Vamos lá a ver... Os moços e as moças estão lá a representar Portugal, ao mais alto nível desportivo, certo? Suaram muito para lá chegar, não tenho dúvidas. E, como diziam os gregos, o importante é participar. Lindamente. Ninguém lhes pode exigir que sejam o Phelps ou que tragam medalhas à bruta. Mas sim, podemos exigir dignidade, respeito, postura, educação, maturidade.
Sim, sim, eu sei que o desporto federado em Portugal é um piada de mau gosto e que, até atletas sérios, como o Gustavo Lima se veêm forçados a desistir por falta de apoio desportivo. Mas isto, é como tudo na vida: "Quem nasce para a chinela nunca há-de sair dela"!! E, o tipo de reacção e comportamento que se seguiram às não-qualificações são, de facto, de alguém que não pensa olimpicamente. Pensa, sim, ao nivel de uma sub-distritalzeca, assim tipo aldeia-com-quatro-ou-cinco-habitantes.
É que daqui, a milhares de km de distância de Pequim, podia mesmo ver-se o dedo do meio de alguns atletas, esticado em direcção a Portugal, com este tipo de declarações. Shame on you!!!!!
Não exigimos victórias. Eu, pelo menos, não. Mas exigo, enquanto portuguesa e cidadã, mais respeito pelo meu País, mais dignidade na defesa da minha Pátria, mais maturidade na aceitação de resultados eventualmente frustrantes.
São novinhos e imaturos? Isso não desculpa tudo. A Vanessa Fernandes tem 22 aninhos e é uma senhora e não porque trouxe a medalha de prata. Porque sabe estar, sabe calar e sabe, sobretudo, honrar o País que está a representar.
A pressão é muita? Imagino que sim. Mas isto, imagino eu, é o sonho de qualquer atleta. Não era este o objectivo?
Se são pequeninos em maturidade, cresçam e apareçam. Mas, por favor, não envergonhem as cores que carregam e que, já agora, vos carregam a vocês.

Declarações daquelas dão-me nervos. Pior, entristecem-me profundamente.
Profundamente.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Ki Frô?



Tenho que admitir que, pese embora o senhor esteja a treinar esse clube demoníaco, tem muita pinta, sim senhor.

Muita, muita pinta.

E espero sinceramente, que o moço, como treinador, tenha uma pinta inversamente proporcional ao seu look.

Jesualdo, põe-te fino!!!

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Provei

... e gostei.

Batatas fritas com sabor a picanha na brasa?
Primeiro estranha-se, depois entranha-se.

Dá nervos. : )

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Chamem a polícia!!!!!

Se há tantas forças policiais para tantas coisas díspares, desde a segurança alimentar ao ambiente, passando pela comum (?) criminalidade terrestre, marítima, aérea, e sei lá mais que hipóteses prováveis (subaquática? subterrânea? subcutânea?), eu cá acho que deveria existir uma polícia de costumes.
Sim, sim, a idéia soa un petit peu salazarista mas há coisas que, pese embora estejam contempladas municipalmente, a verdade é que, a nossa polícia municipal, anda muito mais entretida a bloquear automóveis, a multá-los, a ladeá-los de fitinhas amarelas tipo "Do Not Cross", do que outra coisa qualquer, já para não falar que há-de ser absolutamente hilariante contemplar a cara dos condutores em pânico, e também destes pequenos nadas se faz a alegria no trabalho.
Eu, por mim, acho que, para além das coimas a aplicar (de preferência com valores de claro depenanço aos prevaricadores) dever-se-ia aplicar também, a título de prevenção geral, uma condenaçãozinha em horas de trabalho comunitário, para o povo ver o que é bom para a tosse.

O cavalheiro (ou a madame, que também as há...) vai na rua, constipaçãozinha na berlinda, saca de um ultrasónico manifesto gutural. Cospe fora. Coima de cem a duzentos e cinquenta mil euros e oito horas de esfregão de aço nas mãozinhas, a limpar a via pública, joelhinho no chão (ou os dois, pronto) e a cantarolar a "Aldeia da Roupa Branca".

O cavalheiro que tem a mania que é alegre (e não necessariamente gay, que a língua inglesa é muito traiçoeira) e, onde quer que vá, com ou sem pressa, espeta os lábios de modo a que pareçam o ânus de um frango virgem, proferindo sons como que a fazer crer que são musiquinhas do seu tempo ou, para os mais incultos, um vulgarzinho assobio, embora dotado de enorme timidez. Coima de oitenta a cento e cinquenta mil euros e seis horas a ouvir árias cantadas pela Diva Maria Callas (não a do Chavez, a genuína) ou, em opção do prevaricador, excertos da Missa em Si menor de Bach.

E isto são apenas modestos exemplos do que a minha imaginação alberga.
Há todo um mundo mágico a explorar, das minisaias em moças que vestem um generoso 52, aos cidadãos com a cintura das calças ao nível das peludas axilas, à coabitação magnífica de cintos e suspensórios, aos jovens de cueca de fora e com as calças praticamente nos joelhos, às moçoilas de bigode de fazer inveja ao próprio tony ramos...
Há toda uma panóplia vasta de opções para legislar que, constituiria uma fonte de receitas para o Estado, uma subida na auto-estima dos portugueses pela sua (mais bonita) Pátria, um incremento do bom gosto populacional.

A vida era toda tão mais bela, não era?

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Quim

E hoje, diz que entra (a)gosto...
É aproveitar, meninos e meninas.... que o verão já nem dois dias são....