sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Sweet dreams (are made of this)

Se é certo que não mandamos nos sonhos (daqueles que se têm quando se está a dormir e não daqueles do aiópá o que eu queria mesmo era ter férias seis meses por ano ou daqueles do Natal, feitos com abóbora) também é certo que podemos mandar nas coisas que vemos, imediatamente antes de irmos para a cama.
Ora eu, moça feliz desde que a Meo inventou aquele sistema de "pode-se gravar tudo, à bruta, e ver quando apetecer" dei em gravar tudo o que é CSI's e Criminal Minds e vou vendo, com jeitinho, aos pedacitos, à noite.
E isto tem, desde logo, um resultado automático nos meus sonhos. Ainda esta noite, por exemplo, foi ver-me a perseguir gente, de arma em punho, em inglês (que isto de sonhar estrangeiro tem toda uma outra pinta), ávida de apanhar culpados nem sei de quê. No meu sonho eu perseguia, claro, gente que até conheço e, pasmem-se, andavam por lá os meus felinos, tipo Inspector Max, a circunscrever o perímetro.

Eu sei, eu tenho problemas. Mas, à cautela, a ver se começo a ver, ao serão, o The Sound Of Music que isto de sonhar com edelweisses há-de ser, pelo menos, mais bonito, que sonhar com aquela empregada de café a traficar moças para a Russia.

3 cheios de bom gosto:

Melissinha disse...

sua Daniela Ruah de Coimbra!

S* disse...

Sonhar faz parte, é importante.

Dulce disse...

:)
Deixa lá, eu há dias auto-mutilei-me, arranquei um mamilo à dentada, depois fiquei a olhar para aquilo e a pensar que não era grave, porque aquilo voltava a crescer, como acontece com as "hastes" do aloé vera. E depois a minha gata andava com aquele pedaço de mim na boca, e já era um razoável bocado de tecido adiposo, para não lhe chamar toucinho. Achas melhor? E haverá comprimidos para isto?