No meio de tantas festas de aniversário para crianças (os fins-de-semana parecem alucinantes de tanto leva-dá-beijinho-dá-presente-come-rissol-para-não-parecer-mal-vai-buscar), onde os espaços se degladiam pela vastíssima oferta, pelos insufláveis mais originais, pelos campos de futebol indoor mais atraentes, pelas piscinas de bolas de plástico mais ricas, pelos jogos de playstation mais recentes, pelos adereços de maquilhagem mais brilhantes, pelos jogos mais divertidos e por serem, cada um à sua forma, o mais badalado de sempre, pergunto eu, com os nervos:
- Para quando festas de aniversários para adultos onde os espaços se degladiem pelos insufláveis mais criativos, pelos campos de futebol indoor mais atractivos, pelas piscinas de bolas de plásticos mais gigantes, pelos jogos de playstation mais competitivos ou pelos adereços de maquilhagem mais fashion? A existirem seriam, certamente, o espaço mais badalado de sempre e estariam sempre a abarrotar de clientes.
Já me estou a ver a nadar numa piscina cheia de bolas de plástico coloridas e a escorregar em insufláveis cheios de alegria!!
Porque é que só os miúdos é que se podem divertir com estas coisas?? Não é justo, pá!!! Também quero!!!!
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
Três Cantos
Genial, simplesmente. Há muito, muito tempo que não me emocionava assim...Estes senhores são mágicos e foi magia que fizeram ontem, no Coliseu...
(e que feio foi ver o Pedro Abrunhosa, mesmo ao meu lado, a sair meia hora antes do concerto terminar, armado em vedetinha de terceira... Buuuu p'ra ele...)
Diz que disse
E não digas que vais daqui ok?
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Pet Side Story
Quando se toma a extraordinária decisão de acolher um animal de estimação em casa convém preparar bem as coisas, de modo a acautelar a coexistência saudável e pacífica de todos os membros da família.
Eu, que sou intensa e apaixonada por natureza, dediquei-me de alma e coração na procura da raça que melhor se adequava à nossa casa e à nossa vida e, depois de muito procurar e pesquisar, encontrei. De imediato, contactei o Clube Português de Canicultura, para que me fosse fornecida uma lista de criadores.
Havia um aqui (relativamente) perto e, no Sábado passado, pusemo-nos, os três, a caminho.
O que lá encontrámos não tem descrição possível. Aquilo era uma espécie de barracão abandonado, sem uma única janela, sem luz (nem sequer artificial) sendo que a única claridade era mesmo proveniente da abertura dos portões de ferro. Havia duas cadelas, cada uma com sua ninhada, cada uma dentro de uma caixa transportadora cheia de papel, que servia de aconchego àquele cachorrinhos bebés. As cadelas não tinham água nem comida disponível e o cheiro era nauseabundo. A ninhada estava com muito mau aspecto, com ar doente, a as cadelas tinham um ar aterrado e profundamente infeliz.
O criador não morava, sequer, ali perto, aquilo era apenas o canil onde ele ia ocasionalmente. Há quanto tempo estariam aqueles bichos sem comer e sem beber? Ainda para mais a amamentar...
Pedi para ver o resto do canil, que não dava, que não tinha ali a chave, que havia cadelas no cio, que podiam rejeitar o cão e perder as ninhadas.
A miúda ficou horrorizada com o aspecto, o cheiro e as condições. nem quis pegar num cachorrinho tal era o nojo (e se ela é nojentinha...).
Para um criador que pede 375€ por cada cachorro exigir-se-ia, pelo menos, um pouco mais de... higiene?
Mal cheguei a casa fiz um mail ao CPC a comunicar o que tinha visto (tanto mais que era um criador recomendado) que, em resposta, me direccionou para a Direcção Veterinária, em Lisboa. É sempre bom saber que somos acolhidos nestes nossos infortúnios de forma tão empática e tão calorosa. Como contra resposta aleguei que, independemente das condições sanitárias dos bichinhos, me preocupava imensamente o ambiente desumano que ali se via, num criador que não passava de um mero vendedor (e dos maus) de cães.
Por isso, e porque a miúda ficou impressionada, decidimos abortar a missão "bora ter um cão".
Agora vamos ter um gato. E chega hoje, mas ela não sabe. E é adoptado, pois claro, que a única coisa com pedigree lá em casa é mesmo a miúda que é especial que se farta.
Eu, que sou intensa e apaixonada por natureza, dediquei-me de alma e coração na procura da raça que melhor se adequava à nossa casa e à nossa vida e, depois de muito procurar e pesquisar, encontrei. De imediato, contactei o Clube Português de Canicultura, para que me fosse fornecida uma lista de criadores.
Havia um aqui (relativamente) perto e, no Sábado passado, pusemo-nos, os três, a caminho.
O que lá encontrámos não tem descrição possível. Aquilo era uma espécie de barracão abandonado, sem uma única janela, sem luz (nem sequer artificial) sendo que a única claridade era mesmo proveniente da abertura dos portões de ferro. Havia duas cadelas, cada uma com sua ninhada, cada uma dentro de uma caixa transportadora cheia de papel, que servia de aconchego àquele cachorrinhos bebés. As cadelas não tinham água nem comida disponível e o cheiro era nauseabundo. A ninhada estava com muito mau aspecto, com ar doente, a as cadelas tinham um ar aterrado e profundamente infeliz.
O criador não morava, sequer, ali perto, aquilo era apenas o canil onde ele ia ocasionalmente. Há quanto tempo estariam aqueles bichos sem comer e sem beber? Ainda para mais a amamentar...
Pedi para ver o resto do canil, que não dava, que não tinha ali a chave, que havia cadelas no cio, que podiam rejeitar o cão e perder as ninhadas.
A miúda ficou horrorizada com o aspecto, o cheiro e as condições. nem quis pegar num cachorrinho tal era o nojo (e se ela é nojentinha...).
Para um criador que pede 375€ por cada cachorro exigir-se-ia, pelo menos, um pouco mais de... higiene?
Mal cheguei a casa fiz um mail ao CPC a comunicar o que tinha visto (tanto mais que era um criador recomendado) que, em resposta, me direccionou para a Direcção Veterinária, em Lisboa. É sempre bom saber que somos acolhidos nestes nossos infortúnios de forma tão empática e tão calorosa. Como contra resposta aleguei que, independemente das condições sanitárias dos bichinhos, me preocupava imensamente o ambiente desumano que ali se via, num criador que não passava de um mero vendedor (e dos maus) de cães.
Por isso, e porque a miúda ficou impressionada, decidimos abortar a missão "bora ter um cão".
Agora vamos ter um gato. E chega hoje, mas ela não sabe. E é adoptado, pois claro, que a única coisa com pedigree lá em casa é mesmo a miúda que é especial que se farta.
Diz que disse
Agora a sério e sem nervos,
As coisas que eu sei hã??
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Noite de terror
De todas as vezes que me abeiras, a minha repulsa é sempre a mesma. Não conseguirei eu mostrar-te o meu desagrado? Não saberás tu ouvir um não?
Cercas-me sempre da mesma forma, de surpresa, à traição. Esperas que eu adormeça e, quando eu já estou em sono profundo, esgueiras-te para debaixo dos meus lençóis, fazendo-me sentir o teu calor febril nas minhas pernas nuas. Tocas-me ao de leve, para te certificares que estou anestesiada e começas a tocar-me. Afasto-te, ainda meio ensonada, mas tu não desistes e insistes, cercas-me, abraças-me e, lentamente, vou sentindo o teu beijo no meu pescoço. Afasto-te mas tu regressas sempre, mais insistente, mais audaz, mais confiante. Dou por mim, então, já desperta, a debater-me contra ti, digo que não quero, que te vás embora, que não te quero na minha cama, que não gosto de ti. E tu, indiferente, manténs-te ao meu lado, imune às minhas preces, fazendo troça das minhas súplicas.
Olho para o relógio… Porque insistes em me atormentar a estas horas da madrugada? Porque não me seduzes a meio da tarde, por exemplo, quando até me dava jeito que me acariciasses desta maneira? Mas tu, mordaz, vens sempre quando não te quero. Vens sempre quando sabes que não posso estar contigo, que o meu corpo não te quer.
Se soubesses como te odeio, inSónia (Cristina)!!!!
Cercas-me sempre da mesma forma, de surpresa, à traição. Esperas que eu adormeça e, quando eu já estou em sono profundo, esgueiras-te para debaixo dos meus lençóis, fazendo-me sentir o teu calor febril nas minhas pernas nuas. Tocas-me ao de leve, para te certificares que estou anestesiada e começas a tocar-me. Afasto-te, ainda meio ensonada, mas tu não desistes e insistes, cercas-me, abraças-me e, lentamente, vou sentindo o teu beijo no meu pescoço. Afasto-te mas tu regressas sempre, mais insistente, mais audaz, mais confiante. Dou por mim, então, já desperta, a debater-me contra ti, digo que não quero, que te vás embora, que não te quero na minha cama, que não gosto de ti. E tu, indiferente, manténs-te ao meu lado, imune às minhas preces, fazendo troça das minhas súplicas.
Olho para o relógio… Porque insistes em me atormentar a estas horas da madrugada? Porque não me seduzes a meio da tarde, por exemplo, quando até me dava jeito que me acariciasses desta maneira? Mas tu, mordaz, vens sempre quando não te quero. Vens sempre quando sabes que não posso estar contigo, que o meu corpo não te quer.
Se soubesses como te odeio, inSónia (Cristina)!!!!
Diz que disse
Há-de haver comprimidos p'ra isto
sábado, 24 de outubro de 2009
Era uma vez...
As histórias infantis fascinam sempre as crianças. Hoje em dia, com esta mania do politicamente correcto, as coisas foram um bocadinho alteradas de forma a não ferir a susceptibilidade dos infantes. É melhor assim ou as crianças devem ver a vida numa prespectiva realista e cruel?
Eu ainda sou do tempo em que o lobo mau comia mesmo a avozinha. Não a fechava num armário e não era levado, depois, para uma reserva natural (já ouvi esta versão). No meu tempo a Pequena Sereia, por amor, deixava-se morrer para não ter que matar o príncipe amado e não bebia, como na versão moderna, uma poção que lhe permitia viver no fundo do mar. Antigamente o Hansel e a Gretel iam parar à casa da bruxa, feita de chocolate, que os engordava para os comer e não havia cá estas modernices de ela não os querer comer porque eles tinham os dentes cariados de tantas guloseimas.
Antigamente, tenho que reconhecer, as histórias eram muito cruas cheias de péssimos exemplos parentais.
Se as histórias clássicas tivessem sido escritas hoje, não faltariam por aí Danieis Sampaios e Eduardos Sás a insurgir-se contra os seus autores.
Se olharmos com atenção veremos que, o Hansel e a Gretel, foram procurar comida porque ouviram uma conversa dos pais a dizer que os iam abandonar, porque eram muito pobres e não tinham dinheiro para os criar. O monstro da Bela e o Monstro aprisiona a Bela contra a sua vontade em casa mas ela acaba por se apaixonar por ele porque vê o lado bom da criatura numa sintomatologia óbvia de Síndrome de Estocolmo. Os pais da Bela adormecida deixam a miúda brincar com objectos perigosos, e a história, aliás, só acontece porque eles foram indelicados com uma das fadas, não a convidando para o baptizado. A Gata Borralheira vê-se despojada de tudo o que pertencia à sua mãe porque a besta quadrada do seu pai casou com uma rameira qualquer e esteve-se a marimbar para os afectos dela.
Não será demasiado violento para os miúdos pensar que há lobos que comem velhinhas, crianças que são comidas por serem gordinhas, e outros exemplos que tais? Ou serão estas histórias importantes para estimular o respeito pelas regras "nunca fales com estranhos" e "não comas demasiados doces"?
(eu cá, opto sempre por estupidificar a história, dar-lhe um ar exageradamente dramático, ou imbecilmente cómico, e ouvir as gargalhadas dela. Que se lixem o La Fontaine a a Condessa de Ségur. Chatos, pá!)
Eu ainda sou do tempo em que o lobo mau comia mesmo a avozinha. Não a fechava num armário e não era levado, depois, para uma reserva natural (já ouvi esta versão). No meu tempo a Pequena Sereia, por amor, deixava-se morrer para não ter que matar o príncipe amado e não bebia, como na versão moderna, uma poção que lhe permitia viver no fundo do mar. Antigamente o Hansel e a Gretel iam parar à casa da bruxa, feita de chocolate, que os engordava para os comer e não havia cá estas modernices de ela não os querer comer porque eles tinham os dentes cariados de tantas guloseimas.
Antigamente, tenho que reconhecer, as histórias eram muito cruas cheias de péssimos exemplos parentais.
Se as histórias clássicas tivessem sido escritas hoje, não faltariam por aí Danieis Sampaios e Eduardos Sás a insurgir-se contra os seus autores.
Se olharmos com atenção veremos que, o Hansel e a Gretel, foram procurar comida porque ouviram uma conversa dos pais a dizer que os iam abandonar, porque eram muito pobres e não tinham dinheiro para os criar. O monstro da Bela e o Monstro aprisiona a Bela contra a sua vontade em casa mas ela acaba por se apaixonar por ele porque vê o lado bom da criatura numa sintomatologia óbvia de Síndrome de Estocolmo. Os pais da Bela adormecida deixam a miúda brincar com objectos perigosos, e a história, aliás, só acontece porque eles foram indelicados com uma das fadas, não a convidando para o baptizado. A Gata Borralheira vê-se despojada de tudo o que pertencia à sua mãe porque a besta quadrada do seu pai casou com uma rameira qualquer e esteve-se a marimbar para os afectos dela.
Não será demasiado violento para os miúdos pensar que há lobos que comem velhinhas, crianças que são comidas por serem gordinhas, e outros exemplos que tais? Ou serão estas histórias importantes para estimular o respeito pelas regras "nunca fales com estranhos" e "não comas demasiados doces"?
(eu cá, opto sempre por estupidificar a história, dar-lhe um ar exageradamente dramático, ou imbecilmente cómico, e ouvir as gargalhadas dela. Que se lixem o La Fontaine a a Condessa de Ségur. Chatos, pá!)
Diz que disse
Dúvidas que me fazem car-jacking
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Travel Challenge
A Brisa, repariga dona de uma doçura maravilhosa, desafiou-me a responder à extraordinária questão de quais as três viagens de sonho, realizadas e por realizar, aqui da moça.
Ora eu, que assumo ter ido duas ou três vezes a Fuentes de Oñoro comprar caramelos e latas de melocoton, e que até gostava de ir a Bragança, pus mãos à obra.
Antes de mais é preciso perceber o que é isso de uma viagem de sonho. Porque eu posso ter ido à Figueira da Foz e isso ter-me enchido as medidas. Ou ter ido ao Perú e não ter gostado por aí além.
Esclarecido este ponto, e quanto às viagens realizadas, posso dizer que
- adorei ter ido a Itália. Amei Florença e Amalfi e Roma é uma cidade maravilhosa. Nápoles é linda, também, mas não me encheu as medidas. E gostei de Itália, sobretudo, pela companhia e pelo tanto que aprendi em relação a tantas coisas diferentes. Vim de lá mais consciente, a tal ponto que, alguns meses depois, terminei uma relação asfixiante, que me andava a consumir em nervos.
- Londres é uma cidade do outro mundo. De pasmar em todos os sentidos. Culturalmente é extraordinária, é dona de uma beleza gélida e austera que constrasta, depois, com o resto das coisas que são quentes e aconchegantes. E gostei de Londres, sobretudo, pela companhia e pelo facto de ter celebrado a Amizade com alguém que, entretanto, perdi. Quando penso na cidade, lembro-me indiscutivelmente do riso dela e isso dá-me uma mescla de tristeza e de alegria que não sei explicar.
- Punta Cana é um sítio delicioso. Senti o que é, de facto, estar nas Caraíbas e isso encheu-me as medidas. E gostei de Punta Cana, sobretudo, pela companhia, porque foi a primeira grande viagem que fiz com o Brad e isso encheu-me de dúvidas e de certezas que o tempo cuidou de esclarecer e cimentar.
Quando estamos com alguém que nos enche por dentro, qualquer destino é um destino de sonho. Isto é, para mim, uma verdade inegável.
Quanto às viagens por realizar, e já que sonhar não custa um cêntimo, cá vai, à bruta:
- Adorava ir à Argentina. os sons, os cheiros e as cores hão-de ser uma coisa do outro mundo e eu, caliente como sou, fazia-me lá uma mulherzinha de certeza. Uuuiii, guapa!!!!
- Adorava poder ir à Nova Zelândia e a culpa é do Senhor dos Anéis. Desde esse trio de filmes (e não de Odemira) que as paisagens me encheram os olhos e os sonhos.
- Adorava viajar pela Irlanda. Porque habita o meu imaginário desde que, praticamente, me conheço como gente e porque estar 24h a ouvir aquele sotaque delicioso, ia fazer de mim uma mulher feliz.
(Brad, amor, isto serve de birthday e wedding list, ok?)
As minhas Anas (A Ana ponto, a Ana C., a Anna^ e a Hannah) e o Disse, é favor chegarem-se à frente.
Quanto aos outros amantíssimos leitores, contem-me, também, tudo sobre vocês...
Ora eu, que assumo ter ido duas ou três vezes a Fuentes de Oñoro comprar caramelos e latas de melocoton, e que até gostava de ir a Bragança, pus mãos à obra.
Antes de mais é preciso perceber o que é isso de uma viagem de sonho. Porque eu posso ter ido à Figueira da Foz e isso ter-me enchido as medidas. Ou ter ido ao Perú e não ter gostado por aí além.
Esclarecido este ponto, e quanto às viagens realizadas, posso dizer que
- adorei ter ido a Itália. Amei Florença e Amalfi e Roma é uma cidade maravilhosa. Nápoles é linda, também, mas não me encheu as medidas. E gostei de Itália, sobretudo, pela companhia e pelo tanto que aprendi em relação a tantas coisas diferentes. Vim de lá mais consciente, a tal ponto que, alguns meses depois, terminei uma relação asfixiante, que me andava a consumir em nervos.
- Londres é uma cidade do outro mundo. De pasmar em todos os sentidos. Culturalmente é extraordinária, é dona de uma beleza gélida e austera que constrasta, depois, com o resto das coisas que são quentes e aconchegantes. E gostei de Londres, sobretudo, pela companhia e pelo facto de ter celebrado a Amizade com alguém que, entretanto, perdi. Quando penso na cidade, lembro-me indiscutivelmente do riso dela e isso dá-me uma mescla de tristeza e de alegria que não sei explicar.
- Punta Cana é um sítio delicioso. Senti o que é, de facto, estar nas Caraíbas e isso encheu-me as medidas. E gostei de Punta Cana, sobretudo, pela companhia, porque foi a primeira grande viagem que fiz com o Brad e isso encheu-me de dúvidas e de certezas que o tempo cuidou de esclarecer e cimentar.
Quando estamos com alguém que nos enche por dentro, qualquer destino é um destino de sonho. Isto é, para mim, uma verdade inegável.
Quanto às viagens por realizar, e já que sonhar não custa um cêntimo, cá vai, à bruta:
- Adorava ir à Argentina. os sons, os cheiros e as cores hão-de ser uma coisa do outro mundo e eu, caliente como sou, fazia-me lá uma mulherzinha de certeza. Uuuiii, guapa!!!!
- Adorava poder ir à Nova Zelândia e a culpa é do Senhor dos Anéis. Desde esse trio de filmes (e não de Odemira) que as paisagens me encheram os olhos e os sonhos.
- Adorava viajar pela Irlanda. Porque habita o meu imaginário desde que, praticamente, me conheço como gente e porque estar 24h a ouvir aquele sotaque delicioso, ia fazer de mim uma mulher feliz.
(Brad, amor, isto serve de birthday e wedding list, ok?)
As minhas Anas (A Ana ponto, a Ana C., a Anna^ e a Hannah) e o Disse, é favor chegarem-se à frente.
Quanto aos outros amantíssimos leitores, contem-me, também, tudo sobre vocês...
Diz que disse
E não digas que vais daqui ok?
Assinar:
Postagens (Atom)
